O presidenciável do PSB voltava de uma entrevista no Rio de Janeiro para participar de eventos na cidade litorânea que fica no sudeste do estado de São Paulo. Segundo especialista em aviação, pode ser erro do piloto
Este ano ficará marcado por acidentes aéreos, em especial devido aos dois relacionados à Malaysia Airlines, companhia aérea da Malásia, e, desta vez, com a notícia da morte do candidato à presidência do Brasil, Eduardo Campos, que estava num jato particular que caiu na cidade de Santos, litoral sudeste de São Paulo, chocando os brasileiros.

A aeronave Cessna 560XL, prefixo PR-AFA, deixou o aeroporto de Santos Dumont, no Rio de Janeiro, em direção à cidade de Santos. Segundo testemunhas, já no espaço aéreo da cidade paulista, o piloto teria tentado arremeter o avião, o que levou à perda do controle da aeronave e, consequentemente, à queda sobre imóveis na rua Vahia de Abreu, esquina com rua Alexandre Herculano, no bairro do Boqueirão, que fica na Ilha de São Vicente. Além de Eduardo Campos – que era natural de Pernambuco e deixa esposa e cinco filhos –, estavam no avião mais seis pessoas: Alexandre da Silva (fotógrafo), Carlos Augusto Leal Filho (assessor), Geraldo da Cunha (piloto), Marcos Martins (piloto), Pedro Valadares Neto e Marcelo Lira.